sábado, 8 de novembro de 2014

Nos achamos importantes, acreditamos em uma imortalidade... achamos até nos perdemos.

Nada me satisfaz... Não importa quantas vezes me masturbe, vou querer sexo e este outro corpo não me excita mais.

Saia, mas não vá embora agora, vamos conversar, não quero me sentir só.


Então deixe a porta aberta...

sábado, 29 de março de 2014


Te enxerguei refletido pela verdade, teus olhos não me mostraram muito além do vago. Nesse momento, sua pele na minha já não fez parte do contexto e me encolhi como se reagindo a uma ameaça. Você se tornou quem já era, o que mudou foi meu ângulo. Olhando para o longe, o indefinido me seduz mas algo precisa ser deixado, não me toque. Não houve culpa, não houve sentimentos, não houve... assim como não restou nada.

domingo, 9 de março de 2014

Veja bem

Essa alma que só vaga, que é vaga. Ao menos nela existe espaço para ser o que os olhos se negam a sentir, coragem de se enxergar. Preenchida pela vontade do indefinido, que nela haja espaço entre a realidade e o útil, que não se defina pelo medo de se criar.
Já me apontaram tantas vezes meus erros que a culpa passou a ser dos dedos. Não importa, com essas linhas do tempo que se formam no meu rosto, olhe de perto, vai ter noção do que falo.